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domingo, 29 de novembro de 2009

OUTUBRO CHEGOU COM ESTILO... E COERÊNCIA.
Foi uma oficina proveitosa e prazerosa. As atividades propostas conseguiram mobilizar os cursistas para a necessidade de trabalhar Estilística em sala de aula.


Acolhemos a turma falando sobre Palavras, o poder que as palavras tem em nossas vidas, e o quanto elas são carregadas de significados, lembranças, emoções. Foi um momento muito aconchegante que deixou a turma bastante motivada para as próximas atividades.
A oficina acelerou mesmo, quando dona Edna, personagem da historinha contada para introdução do estudo, abriu o galinheiro e todos os frangos fugiram... só um no entanto, pulou a cerca e atravessou a estrada... por quê?



Descobrir o porquê de o frango ter atravessado a estrada, não foi o mais importante, importante foi analisar a forma que cada personagem solicitada usou para explicar a situação. Foi uma forma bastante significativa de perceber as marcas do estilo de cada fala, bem como a coerência entre a explicação dada e o perfil de cada personagem.
Para a divisão da turma em grupos usamos fragmentos de músicas de estilos bem diferentes, forró, rock, sertaneja, pagode, axé... foi uma festa toda a turma cantando os trechos de todos os grupos.
A fundamentação teórica foi feita a partir de leituras de textos de Othon Garcia, Lapa, Sírio Possenti e Ingedore Villaça, com questionamento sobre as palavras que são mais importantes dentro de um texto. Foi bastante pertinente a discussão sobre os lexemas, os morfemas, a fantasia das palavras e a parafantasia. Pertinente foi também a atividade realizada com o Texto de Referência do TP, quando “enxugamos” ao máximo o texto conservando o seu sentido.
Nesta oficina analisamos alguns textos não verbais e todas as pistas que trazem para a construção da coerência textual. Analisamos atividades sugeridas no TP e no AAA, observando as relações entre conteúdo, objetivos, tópicos e descritores da Matriz de Referência do ensino de Língua Portuguesa contemplados ali.
Os professores cursistas usaram expressões como encantamento, prazer, excelência, maravilha, conhecimento e outros para avaliar a oficina, registrando em sua maioria, que a proporção em que o curso avança, sentem-se mais motivados a repensar a prática.

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